Foram poucos minutos, mas renderam uma conversa superbacana com Chay Suede, nos bastidos de sua participação especial na peça Tudo Por Um Pop Star.
O ex-Rebelde falou sobre seus projetos atuais, seu novo CD, o filme que
está protagonizando... Quer saber de tudo? Então confira nosso
bate-papo.
y!: Como rolou o convite para participar de Tudo Por Um Pop Star? Você já conhecia o musical?
Chay: Me
ligaram perguntando se eu queria participar. Eu já conhecia a peça por
que amigos meus já tinham participado, a Sophia Abrahão, a Lua Blanco, a
Manuzinha [Manu Gavassi, sua namorada]... Aí eu já topei de cara,
passei pra frente e vim. [sic]
y!: Essa foi sua primeira experiência no teatro?
Chay: Essa é a minha primeira experiência. Foi muito legal ter protagonizado, mesmo que tenha sido só no final, eu adoro teatro.
y!: Você acabou de gravar o filme Os Lascados. Como é esse longa?.
Chay: O filme se passa em 1994 e é uma viagem de três amigos, Deco [Paulo Vilela], Felipe [Chay] e Burunga [José Trassi]
que moram na Zona Leste de São Paulo. Eu faço o Felipe, que é o líder
do grupo, o mais experiente. Eles querem passar o Carnaval em Salvador
(BA), e pegam uma kombi que a mãe do meu personagem usa para vender
cachorro quente. Mas, essa kombi quebra antes de chegar em Salvador e
eles acabam passando o Carnaval em um lugar que não imaginavam. Eles
estão sempre lascados, do início ao fim do filme.
y!: Você
já tinha participado de um filme para o cinema [Jonas e a Baleia], mas
em um papel menor, agora você tem um grande papel no longa. Como está
sendo a experiência?
Chay: Muito
bacana, eu sempre tive vontade de fazer cinema. Foi incrível ser o
protagonista já no segundo filme, sabe? A participação no outro filme,
apesar de ter sido pequena, também foi muito construtiva.
y!: Fazer filme está sendo muito diferente de fazer a novela Rebeldes?
Chay: Ah
sim, com certeza. Rebeldes foi diferente de tudo o que eu já fiz,
porque tomava todo o meu tempo. A gente trabalhava os sete dias da
semana, sem parar, durante dois anos. Então, mesmo que eu trabalhe muito
em outra coisa, sempre vai ser diferente de Rebelde.
y!: Você ainda mantém contato com seus colegas de Rebeldes?
Chay: Tenho!
A gente ainda não conseguiu se encontrar todos de uma vez, mas sempre
que eu posso eu encontro algum deles. Sinto muita saudade deles.
y!: Sobre seu novo CD, você tem novidades para os fãs?
Chay: Tenho
dez novidades: dez músicas inéditas para elas cantarem junto. Foi um
disco feito de forma muito maluca, a gente fez em dez dias consecutivos.
Durante esses dez dias a gente ficou internado no estúdio da Universal
Music até terminar o disco, que foi um trabalho muito legal. É um CD de
dez canções acessíveis, bonitas. Eu fiquei muito orgulhoso.
y!: As outras músicas do CD têm a mesma “pegada” de Papel?
Chay: Tem
muitas pegadas, na verdade. Eu tenho muitas influências, e o disco tem,
naturalmente, muitas influências também. O CD tem bastante influência
do folk americano, e até do brega e de ritmos paraenses. Há uma música,
que se chama O Brega, que tem tudo a ver com isso, tem uma pegada mais
puxada pra guitarrada. Enfim, o trabalho é um caldeirão de influências,
mas a maior é a do folk.
y!: Você
foi indicado às categorias Apresentador Favorito, Tuiteiro Favorito e
Gato do Ano, nos Meus Prêmios Nick. É finalista na categoria
Apresentador Favorito. Mas qual desses prêmios você realmente gostaria
de ganhar?
Chay: Apresentador
do Ano, por que foi uma coisa que eu adorei fazer, durante um curto
período de tempo e que teve um reconhecimento que eu não esperava
[falando sobre o programa A Hora do Chay, da MTV], por parte não só dos
fãs, mas também da mídia e da crítica. O programa foi bem criticado.
Foram três meses de uma experiência totalmente nova, apresentando um
programa sem recurso algum, com um fundo verde, em que a maioria das
ideias eram minhas junto com as do diretor. Era uma mistura de improviso
com psicodelia, era muito louco. E ser reconhecido por uma coisa que
durou tão pouco tempo foi muito gratificante.
y!: Se você fosse postar alguma coisa no Facebook ou no Twitter agora, o que seria?
Chay: Eu
diria que gostei muito de participar da peça, foi uma experiência nova
muito bacana. Espero que a próxima apresentação seja tão legal quanto
essa.
Fonte: R7
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