A cada show,
o fim da banda Rebeldes fica mais próximo, deixando o coração de Mel
Fronckowiak apertado. A morena, que segue em turnê de despedida com o
grupo teen, conversou com o R7 e relembrou os momentos mais marcantes ao
lado de Lua, Sophia, Arthur, Micael e Chay.
Saiba quais momentos ficaram para sempre na memória de Mel Fronckowiak!
Em entrevista ao R7, Mel contou que o dia em que conheceu Lua, Sophia, Arthur, Chay e Micael foi um marco em sua vida.
—
O primeiro encontro, que reuniu os seis na oficina, foi marcante.
Aliás, todo o processo de seleção foi difícil, com aquela expectativa, a
dúvida se aquele seria ou não o nosso próximo trabalho. A gente mal
sabia que aquilo seria a nossa vida pelos próximos três anos
Outro marco na trajetória de Mel Fronckowiak foi o primeiro show da banda Rebeldes, em Porto Alegre.
—
No show em Porto Alegre, a gente se olhava e percebia que conseguia,
que a gente era capaz, que a gente podia fazer aquilo. No meio daquela
loucura de ensaios, de gravações... Porque a gente trabalhou para
caramba nesse projeto. Então, foi muito bom para nós, como seres humanos
e como grupo, entender que a gente era capaz
Os primeiros
dias de gravações e a reta final da novelinha Rebelde (Record) foram
tempos emocionantes para Mel e para todo o grupo. O sucesso de seus
personagens, aliado ao estouro da banda, mostrou a eles que o esforço ao
longo desses anos tinha sido recompensado
—
Os finais também, a gente ainda se despede. Toda vez que a gente se
encontra tem mais um show, a gente está em uma despedida constante.
Com a turnê
chegando ao fim, a despedida é cada vez mais difícil. Mel conversou com o
R7 nos bastidores das gravações do Programa do Gugu e contou que é uma
mistura de sentimentos entrar nos estúdios da Record sem os cinco ao seu
lado.
—
Eu estava vindo para cá e uma amiga minha perguntou: “você já fez
Gugu?”. E eu disse: “já”. E ela: “Mas você vai com os Rebeldes?”. Eu
falei: “Não, é a primeira vez que eu faço sem eles”. E aí escolhendo a
roupa não precisa ter uma unidade... É uma independência que é muito
bacana, porque é um reconhecimento do nosso voo solo. Mas, ao mesmo
tempo, dá um medo de você não ter os outros para se apoiar, para olhar
quando alguma coisa der errado, para se cutucar quando dá vontade de
rir. É muito louco
Fonte : R7
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